Postado em 27/02/2019
​A MÃDIA E O AGRONEGÓCIO
A MÍDIA E O AGRONEGÓCIO
Precisamos avançar mais para informar a população brasileira e o mundo sobre a realidade do agronegócio brasileiro, é o que nos indica o empresário do agronegócio e ex secretário da agricultura do município de Porto Velho, Leonel Bertolin A imagem de “destruidores da natureza” criada pelos mais diversos concorrentes, tem agora na mídia um precioso parceiro que mostra a sociedade através de programas de TV e rádio as verdade em nosso país, e melhor, mostram o que os outros países fazem nas questões ambientais e uso de solo. Uma das grandes diferenças está no aproveitamento do solo. O Brasil usa pouco mais de 7,2% do seu território para agricultura, e conseguiu com novas tecnologias aqui desenvolvidas aumentar a produtividade em mais de 300% sem desmatar um palmo a mais sequer da propriedade rural. Já nos outros países o uso é de mais de 40% das áreas, e tem como agravante, que eles não tem a reserva legal, fato que em nosso país a reserva legal é lei, onde as propriedades privadas ou particulares tem por obrigação de reservar e preservar de 50% a 80% do total de suas terras. Alem destas reservas, preserva-se ainda mais de 30% de seu território como áreas indígenas, ecológicas, biológicas, Mata Atlântica, parques florestais, naturais e pantanal mato-grossense.
Já na Europa, Oceania, países asiáticos, o que eles preservam, são desertos, área vulcânica, e geleiras, que além de áreas que jamais são habitadas, nunca serão usadas para produzir alguma coisa. O que jamais podemos é deixar que as ONG’s, em sua grande maioria bancada por concorrentes de mercado, divulgar o que não somos, o que dificulta toda a nossa comercialização para outros países, e com isso nossa própria produção em escala. "Não podemos perder a nossa marca mundial , de ser reconhecido como “maior produtor de alimentos do mundo com sustentabilidade", da mesma forma que a China com o titulo de país exportador, ou a Coreia com o país do eletroeletrônico ou a Italia como o pais da alta gastronomia. Vamos já nos acostumar, pois já somos modelos de responsabilidade ambiental, só precisamos divulgar mais.
Fonte: SIMPI