Postado em 08/02/2023
Com o mesmo limite de faturamento só mágica para vender mais e faturar menos
O Simpi corre atrás e já fez tratativas com o Senador Jaime Bagatolli e com os Deputados Federais Crisóstomo Moura e Cristiane Lopes sobre o grave problema.Como dito em nossa última coluna, prevê-se que o ano de 2023 será um ano difícil para os Mei’s, pois terá de fazer vários truques de mágica para vender mais para fazer frente aos gastos maiores que terá, e ao mesmo tempo ficar dentro do faturamento de 81 mil ou no máximo 96 mil pagando multas e impostos cheios só para ficar dentro do sistema e poder aguentar até chegar 2024. Necessário lembrar que hoje as Receitas, tanto a Federal como Estadual, tem mecanismos de verificação de compras e vendas, através das compras no CNPJ, ou as vendas no PIX ou no cartão de crédito que somados ao novo governo que chegou com uma fome animalesca por recursos, tornará a execução de mágica quase impossível. O Simpi corre atrás e já fez tratativas com o Senador Jaime Bagatolli e com os Deputados Federais Crisóstomo Moura e Cristiane Lopes sobre o grave problema. Tratou ainda com Sebrae para a confecção de um levantamento técnico sobre o tamanho do verdadeiro “degrau” a subir para o MEI se tornar Microempresa, e assim poder sugerir propostas para facilitar este “crescimento”, que é a única forma de salvar milhares de empresas e empregos em Rondônia.
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Começaram a chegar os 1ºs dados deste trabalho e a amostra exibe que o caminho a percorrer não será fácil, pois na migração para microempresa haverá mudanças quanto as taxas municipais, estaduais e federais a serem pagas, além de honorários mensais de um escritório de contabilidade e a mudança da tributação. Só no item tributação calcula-se a diferença a ser paga por mês de quase R$ 700.00 no caso de comércio e de R$ 1.080,00 no caso de serviço. Os estudos estão no início mas permite compreender que com o bom entendimento obtido com o governo Estadual aqui em Rondônia e com nossos representantes do legislativo no estado e em Brasília, sabedores agora do tamanho do grave problema, fica a esperança de uma solução para nosso país, antes que o pior aconteça, como dispensa de mais funcionários e fechamento de empresas. Assista o vídeo: