Postado em 12/06/2019
Pequenas Empresas estam quebrando
O Sindicato das pequenas indústrias, alerta que as más decisões e omissões da classe política, não permitiram avanços na agenda microeconômica, de modo a desatar os nós que impedem a expansão da indústria nacional, que necessita igualdade de condições para competir com o exterior.

É necessário reduzir os juros sobre o capital, eliminar a burocracia, baixar impostos e parcelar dívidas, medidas estas, necessárias para o aquecimento do mercado e dar vida às empresas, e complementam. A proposta é que as micro e pequenas empresas possam pagar 0,5% de seu faturamento anual, até a quitação de suas dívidas, que já anda na casa dos 2,2 trilhões de reais. A propositura das entidades já foi encaminhada ao governo que até agora não se manifestou, embora acreditem ser de interese do próprio governo afirmam os dirigentes. Joseph Couri, presidente do Simpi e Assimpi, em conformidade com as entidades estaduais do Simpi, diz que espera o melhor, mas que, se as reformas não forem aprovadas, o país deve entrar numa recessão jamais vista nas últimas duas décadas, e complementa "a origem dessa situação complicada para as empresas, é a crise econômica que se arrasta desde 2014 e que não foi causada pelo setor produtivo"
Fonte: SIMPI/RO
Fonte: SIMPI