Transporte Público: Por que não licitar a concessão de rotas?

Postado em 06/03/2019


Transporte Público: Por que não licitar a concessão de rotas?

Por que não licitar a concessão de rotas?

 

As dificuldades de atendimento da população de Porto Velho com serviço de transporte coletivo podem ser profundamente alteradas se adotadas novas regras no processo de licitação. Uma nova formula poderia como resultante oferecer opções mais baratas e confortáveis ao já sofrido cidadão do município, pois poderiam participar  varias empresas de menor porte  com o oferecimento de transporte por rota com uso do serviço por micro-ônibus. Menores, são alternativas mais baratas, mais confortáveis e mais rápidas que os ônibus tradicionais e já é  utilizado em grandes capitais brasileiras como Brasília e Rio de Janeiro. E para inovar, o que precisamos é uma mudança do que  licitar, onde fica  mais interessante licitar as rotas do que o transporte publico de forma geral. A sugestão é do presidente do sindicato das micro e pequenas empresas (SIMPI) Leonardo Sobral.

Ele considera que Porto Velho conta com empresários experientes para “tocar” esse novo negócio, gerando renda e novos empregos no município, pois é conhecida a grande capacidade das pequenas empresas de criação de postos de trabalho e  melhor distribuição de renda, com agilidade  de adaptação às novas regras de mercado.

“A medida poderia, então, ajudar a alavancar os pequenos negócios, com a criação de vagas de emprego sem a necessidade de grandes investimentos e em um período curto”, afirma ele.

Leonardo lembra, ainda, que  os problemas de transporte publico  não são “privilégio” de Porto Velho, mas de todas as cidades do país, o que prova que esse modelo tradicional precisa ser alterado e renovado, e nossa cidade, que ainda é nova se compararmos a outras capitais e pelo tamanho que tem é o lugar ideal para se implantar novos sistemas. A sugestão não é nova pois foi repassada em período anterior da licitação da atual concessionaria, que teve como resultado grandes prejuízos  aos empresários da capital e enorme dissabor a população, ficando muito claro que o sistema tem que ser repensado. 

Fonte: SIMPI