Postado em 21/07/2026
Tarifaço dos EUA
A divulgação da nova rodada de tarifas sobre produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos trouxe uma lista de 2.126 exceções, enquanto os demais itens permanecem sujeitos à alíquota de 25%. Segundo o economista Otto Nogami, a seleção dos produtos excluídos das tarifas concentra bens com potencial de impacto sobre a inflação norte-americana. A divulgação das tarifas coincidiu com a publicação de dados do governo brasileiro que mostram a redução da participação dos Estados Unidos nas exportações nacionais para 9,4%. O indicador demonstra que empresas brasileiras ampliaram sua atuação em outros mercados após as restrições comerciais impostas anteriormente. A China segue como o principal destino das exportações brasileiras, enquanto os Estados Unidos ocupam a segunda posição. O movimento evidencia a importância da diversificação dos mercados compradores como estratégia para reduzir a dependência de um único parceiro comercial. O economista afirma que mudanças no cenário internacional podem alterar as condições de acesso a determinados mercados, exigindo das empresas capacidade de adaptação. Nesse contexto, Otto destaca que a busca por novos destinos para as exportações e a ampliação da carteira de clientes podem reduzir os impactos de medidas comerciais adotadas por outros países. O acompanhamento do cenário macroeconômico e das relações comerciais internacionais permite que empresas identifiquem oportunidades e antecipem possíveis mudanças nas condições de mercado. A diversificação de mercados e o monitoramento do ambiente econômico integram o planejamento das empresas voltadas ao comércio exterior. Assista:
Fonte: Tarifaço dos EUA reforçam necessidade de diversificação dos mercados de exportação, avalia economista